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    Aplicativo de compras da Disney será aposentado

    O aplicativo “Shop Disney Parks” será aposentado a partir do dia 31 de maio. A informação foi publicada pela Disney, na última semana. Com isso, o “Shop Disney” será o app oficial de compras da companhia e irá reunir, de vez, todos os outros.

    O “Shop Disney Parks” era um aplicativo que vendia produtos exclusivos dos parques americanos da Disney. Itens de franquias como “Star Wars”, “Toy Story’, “Avatar” e “Marvel” entre outras eram comercializados através do aplicativo, que funcionava como uma loja virtual para aqueles que visitaram Walt Disney World, por exemplo, e esqueceram de comprar algo ou não adquiriram por falta de espaço na bagagem.

    Com a mudança, a seção “Theme Parks” do ShopDisney será incrementada.

    Esforço

    Desde o ano passado, a Disney vem se esforçando para concentrar em apenas um aplicativo todas as suas outras plataformas de vendas. Quando transformou a Disney Store online em ShopDisney, a empresa reuniu várias marcas no seu app. Produtos “Dooney & Burke”, “Vera Bradley” e “Levi’s”, por exemplo, passaram a ser comercializados através da própria Disney.

    A ideia é fazer do ShopDisney um grande site de compras onde os visitantes podem encontrar tudo aquilo que procuram.

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    Década de 70: Mickey e Minnie voltam no tempo

    Através do Instagram, a Disney apresentou, nesse fim de semana, um novo figurino para Mickey e Minnie Mouse. As roupas são inspiradas na música dos anos 70 e exibem um estilo disco.

    Enquanto Minnie exibe um vestido completamente dourado e esvoaçante, Mickey traja calça boca-de-sino e uma jaqueta vintage.

    A Disney ainda não informou se as novas roupas serão usadas durante um evento especial ou para promover alguma outra novidade. Nas redes sociais, apenas disse que os fãs se preparassem para o que viria pela frente.

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    Disney assume controle do “Hulu”

    Em um acordo com a Comcast, a Disney assumiu, nesta terça-feira (14), o controle do “Hulu”, um dos mais conhecidos serviços de streaming dos Estados Unidos e concorrente da Netflix.

    Segundo a negociação, a Comcast fica com 33% do serviço, os quais deverão ser comprados pela Walt Disney Co. até 2024. O valor a ser pago é estimado em pouco mais US$ 9 bilhões.

    Parte dos programas que, contratualmente, são exclusivos da Comcast poderá ser retirada da plataforma nos próximos anos, mas ainda não se sabe se isso ocorrerá.

    O acordo dá mais poder à companhia de Mickey Mouse, que passa a controlar ainda mais de tudo o que é produzido para a televisão. Anúncios futuros deverão esclarecer como a Disney irá dividir seu conteúdo entre o “Hulu” e seu próprio serviço de streaming.

  • Cinema,  Variadas

    “A Canção do Sul” continua censurado e estará fora do Disney+

    Montagem: Boardwalk Times

    Ainda não será dessa vez que os fãs de “A Canção do Sul”, lançado em 1946, terão acesso liberado ao filme. De acordo com o The Hollywood Reporter, a produção continua censurada pela Disney e não estará disponível no Disney+.

    A plataforma terá mais de 500 filmes da empresa, além de cerca de 5 mil episódios de programas do “Disney Channel” e conteúdo inédito, mas o clássico de 46 não será disponibilizado porque poderia “causar controvérsias entre a audiência”.

    Um trecho de “Dumbo” também será cortado para que o filme possa estar na biblioteca virtual. A cena em que o corvo chamado Jim Crow aparece será eliminada. O nome da personagem faz alusão a uma lei americana que aprovou a segregação entre brancos e negros nos Estados Unidos após a Guerra Civil. No live-action de “Dumbo”, a cena também foi cortada.

    Montagem: Boardwalk Times

    A Canção do Sul

    Não é de hoje que o filme sofre censura pela própria Disney. Apesar de ter ganho um Oscar em 1948 por “Melhor Canção Original” com “Zip-A-Dee-Doo-Dah” e ter inspirado um dos mais conhecidos brinquedos de Disneyland e Walt Disney World Resort, a “Splash Mountain”, a produção é classificada, por muitos, como racista.

    O filme conta a história de Johnny, que se muda para viver com sua avó em uma fazenda, no período pós-Guerra Civil. Lá, ele conhece o Tio Remus que o ensina uma série de lições através de história contadas. A questão é que, no longa, enquanto Remus conta suas histórias, ele dá a entender que os negros viviam felizes servindo aos brancos nas plantações.

    Evitando polêmicas, o filme foi trancado no cofre da Disney ainda na década de 1980, de onde nunca mais saiu. DVDs ou mesmo fitas VHS da produção só existem no mercado pirata.

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    Homem é preso em parque aquático de Disney World

    Um homem de 57 anos foi preso, na última segunda-feira (29), sob acusação de ter se masturbado na frente de menores nas dependências do parque aquático Disney’s Typhoon Lagoon, na Flórida.

    De acordo com o canal de notícias Wesh 2 News, o incidente ocorreu no dia 12 de abril. Na ocasião, William Hayes foi flagrado se masturbando enquanto encarava um grupo de meninos que estava em um dos banheiros do parque. Uma testemunha relata que foi até Hayes e pediu para ele parar com o ato. Depois, informou ao avô dos meninos o acontecimento.

    Hayes foi então interpelado por um cast member que o acompanhou até um policial. Segundo o Orange County Office, Hayes possuía passe anual para os parques aquáticos da Disney e havia visitado o Blizzard Beach nos dois dias que antecederam o incidente.

    Foto: ClickOrlando.com

    Até a última terça-feira (30), quando a polícia divulgou detalhes do fato, Hayes continuava preso sob pagamento de fiança de US$ 10 mil. Ele está proibido de adentrar o complexo de Walt Disney World, visto que foi banido da propriedade.