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Por que acompanhar turnês no exterior pode ser mais viável do que no Brasil

Você já passou horas em uma fila virtual apenas para descobrir que os ingressos esgotaram? Essa é a rotina de quem tenta acompanhar grandes artistas no Brasil.

Com setores premium apresentando valores inflacionados e voos domésticos sob altíssima demanda, o custo de viajar para assistir a um grande show no Brasil subiu de forma expressiva. Relatórios da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos) e o panorama Mapa dos Festivais/Serasa apontam que a forte concentração de megashows no Sudeste gera uma barreira geográfica que custa caro: mais de um terço dos fãs precisa gastar acima de R$ 1.000 apenas com logística, enquanto as produtoras inflam o preço dos setores VIP para compensar a defasagem da meia-entrada.

Diante desse cenário, o mercado internacional virou um concorrente direto do nacional. Enquanto o fechamento anual da Pollstar mostra que o ingresso médio global das 100 maiores turnês ficou na casa dos 135 dólares, o Estudo de Tendências Globais de Viagens da Visa revela que 73% dos brasileiros planejam viagens internacionais motivados por shows.

Na ponta do lápis, o combo de voo e ingresso premium no Brasil frequentemente empata ou supera os custos de assistir ao mesmo artista em destinos como Estados Unidos, Lisboa ou Barcelona.

Apesar dos custos atrelados à cotação, a infraestrutura e variedade de shows entregue lá fora justifica o planejamento. Nós entendemos que a dificuldade de conseguir entradas no Brasil, somada à facilidade de planejamento financeiro promovida por plataformas globais como a Nomad, pode ser o incentivo exato para você planejar a sua primeira jornada musical fora do país.

acompanhar turnês no exterior

O valor agregado de unir turismo e grandes turnês no exterior

Muitas produções globais restringem suas rotas à América do Norte e Europa devido aos altos custos logísticos de transporte de palco. Viajar acaba sendo a única alternativa para assistir a artistas que dificilmente incluem a América do Sul em suas agendas.

Outro atrativo de peso são os festivais de nicho. Os eventos estrangeiros conseguem agrupar diversas bandas de um mesmo gênero no mesmo line-up, entregando um volume de apresentações que faz o investimento na passagem aérea valer a pena.

A infraestrutura de acesso aos estádios e arenas também transforma a dinâmica do evento. O transporte público costuma ser integrado aos portões, garantindo um escoamento fluido das multidões e segurança para você retornar à hospedagem durante a madrugada, sem depender de transportes privados de alto custo.

No fim das contas, a música atua como o ponto de partida para as suas férias. Você utiliza o show como oportunidade para explorar cidades internacionais, vivenciar uma cultura diferente e aproveitar o roteiro turístico de forma ampla.

Planejamento financeiro para organizar a sua primeira viagem musical

O sucesso dessa jornada depende diretamente da sua antecipação. Comece monitorando as datas de anúncios de turnês globais e tenha os seus recursos preparados antes da abertura das vendas oficiais nas bilheterias.

Nós recomendamos que você divida as etapas de compra para não comprometer todo o orçamento no mesmo mês. A regra de ouro é garantir o ingresso primeiro, buscar os voos meses antes da data e fechar a hospedagem com antecedência.

Acompanhar uma turnê global é um projeto viável e que entrega uma experiência completa quando estruturado com previsibilidade. O segredo é fazer escolhas inteligentes que protejam o seu poder de compra.

Como um cartão internacional viabiliza o seu roteiro

Quem já tentou comprar ingresso em plataformas estrangeiras com cartão de crédito convencional conhece bem a conta salgada que chega depois. Os bancos tradicionais costumam aplicar o dólar turismo — uma cotação menos favorável do que o dólar comercial — o que, somado a encargos adicionais, encarece cada transação de forma silenciosa.

Usar o cartão internacional da Nomad resolve esse problema de forma direta. Com saldo em dólar já na conta, você paga na moeda local sem conversões extras a cada compra — seja para ingressos em plataformas estrangeiras, reservas de hotel ou qualquer gasto durante a viagem. O cartão é aceito em mais de 180 países onde a Visa é aceita e funciona tanto físico quanto virtual, incluindo Apple Pay e Google Pay.

Ao comprar a sua entrada ou reservar o seu hotel usando o saldo da conta, você trava o custo da operação com base no dólar comercial e no IOF de 3,5%.

Organizar os seus recursos financeiros com ferramentas como a Nomad entrega total controle pelo aplicativo e evita surpresas na fatura, fazendo o foco retornar para o que realmente importa: viver a sua experiência musical de forma plena.

Sabrina Nazaretyan

Sou escritora, redatora de sites e roteirista. Adoro escrever e viajar pelo mundo. Sou fluente em Inglês e espanhol e atualmente resido na Austrália onde trabalho como professora de línguas.

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