Cinema

Atriz pediu US$ 100 milhões de bônus, e Disney não aceitou

A polêmica batalha judicial entre Scarlett Johansson e a The Walt Disney Company está longe de ganhar um ponto final, e novas informações publicadas pelo Wall Street Journal dão conta de que, antes de entrar com a ação na Justiça, a atriz pediu um bônus de US$ 100 milhões, mas o valor foi recusado pela companhia. Já não é mais novidade para ninguém que os advogados de Johansson entraram em contato com a Marvel Studios, durante a pandemia, para acertar os detalhes do possível lançamento híbrido de “Viúva Negra”. Apesar de parte do conteúdo dos emails ter vazado na imprensa, o pleito da estrela em termos de valores ainda não havia sido revelado.

De acordo com o jornal, os US$ 100 milhões foram calculados com base em uma estimativa feita pelos advogados de Johansson, que previram uma bilheteria média de US$ 1.2 bilhão. A Disney teria feito uma proposta com um valor menor, mas a equipe da atriz recusou e decidiu tornar o caso público.

Até o momento, a intérprete de Natasha Romanoff recebeu pouco mais de US$ 20 milhões. Sua equipe indica que o valor está muito aquém do acordado, mas a Disney se defende e diz que tratou a arrecadação obtida com o “Premier Access” como se fosse dos cinemas. “Viúva Negra” encerrou sua exibição com apenas US$ 372 milhões, estando entre os filmes de menor sucesso do MCU. No Brasil, já está disponível no Disney+, mas, nos Estados Unidos e na Europa, só chegará à plataforma no dia 6 de outubro.

Recentemente, astros da Marvel Studios como Elizabeth Olsen e Benedict Cumberbatch comentaram a respeito do processo da colega e cobraram um ajuste nos contratos feitos pelos estúdios em geral com seus artistas.

Sobre o autor

Patriolino Ribeiro Neto

Patriolino Ribeiro Neto

Patriolino Ribeiro Neto é formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Fortaleza. É também graduado em Jornalismo, área em que atua há mais de dez anos. Em 2008, a estreia na televisão ocorreu quando passou a comandar um telejornal esportivo. Viajar sempre foi uma paixão, tornando-se parte do seu trabalho em 2009. A curiosidade pela Disney o inspira desde pequeno. Muito cedo, começou a frequentar os complexos de parques temáticos da empresa ao redor do mundo e, até hoje, os tem como destinos preferidos. Dentre os seis resorts, Walt Disney World e Disneyland são seus prediletos.