Cinema

Disney pode deixar de filmar na Geórgia se aborto for legalizado no estado

Em entrevista a Reuters, na semana passada, durante a cerimônia de dedicação da Star Wars: Galaxy’s Edge, o CEO da The Walt Disney Company, Bob Iger, afirmou que futuros filmes da companhia não deverão ser filmados na Geórgia, nos Estados Unidos, caso o estado aprove a lei que legaliza o aborto.

“Eu duvido que a gente continue”, disse Iger quando questionado sobre a polêmica. “Eu penso que muitas pessoas que trabalham conosco não irão querer trabalhar lá, e nós teremos que honrar a vontade delas nesse aspecto. No momento, nós estamos atentos ao desenrolar do assunto”, completou.

Filmes como “Pantera Negra” e “Vingadores: Ultimato” foram gravados na Geórgia. A ausência de produções Disney no estado deverá representar o prejuízo de algumas dezenas de milhões de dólares aos cofres públicos e a alguns setores da economia também.

Caso a lei que legaliza o aborto seja aprovada, ela se torna efetiva a partir de janeiro de 2020.

Sobre o autor

Patriolino Ribeiro Neto

Patriolino Ribeiro Neto é formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Fortaleza. É também graduado em Jornalismo, área em que atua há mais de dez anos. Em 2008, a estreia na televisão ocorreu quando passou a comandar um telejornal esportivo. Viajar sempre foi uma paixão, tornando-se parte do seu trabalho em 2009. A curiosidade pela Disney o inspira desde pequeno. Muito cedo, começou a frequentar os complexos de parques temáticos da empresa ao redor do mundo e, até hoje, os tem como destinos preferidos. Dentre os seis resorts, Walt Disney World e Disneyland são seus prediletos.