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Executivos estão insatisfeitos com cortes nos salários

Os cortes nos salários de executivos do alto escalão da The Walt Disney Company têm provocado insatisfação e uma verdadeira batalha nos bastidores da companhia. Além de não estarem contentes com a redução nos pagamentos, os mesmos executivos afirmam que os contratos enviados não possuem data de término para os cortes e que apenas dois dias foram dados para que o documento fosse devolvido assinado.

De acordo com o The Hollywood Reporter, que postou em seu site oficial uma extensa matéria sobre o assunto, “um executivo da Disney recebe, por ano, em média entre US$ 150 mil e US$ 200 mil. Alguns salários podem chegar a US$ 700 mil, dependendo do departamento”. As reduções variam entre 20 e 30%. Fontes ainda afirmaram que os aditivos descrevem o corte como “temporário”, mas não dão uma data de término das reduções. Alguns especialistas preveem que a crise pode durar até 18 meses e que o valor reduzido nos pagamentos poderia perdurar durante todo esse tempo. Os executivos que não assinarem os contratos correm o risco de perderem seus empregos em um futuro próximo.

Bob Chapek, atual presidente da companhia, terá o salário reduzido em 50%, entretanto o corte será apenas no valor-base, que é de US$ 2.5 milhões. O bônus anual, de US$ 7.5 milhões, e o incentivo a longo prazo, de US$ 15 milhões, não serão atingidos. Bob Iger, por sua vez, não receberá salário, que teve uma base, no último ano, de US$ 3 mi. Bônus, entretanto, não serão afetados.

Enquanto uns reclamam, há quem esteja do lado da companhia. “Grande parte da empresa teve que parar por causa dessa pandemia, e essas pessoas reclamando enquanto o mundo está sofrendo é, incrivelmente, egoísta e triste”, afirmou uma fonte ao site.

Esta semana, a Disney ainda anunciou que colocará seus cast members que ocupam cargos não-essenciais, nos Estados Unidos, de licença para tentar reduzir os impactos da crise.

Sobre o autor

Patriolino Ribeiro Neto

Patriolino Ribeiro Neto

Patriolino Ribeiro Neto é formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Fortaleza. É também graduado em Jornalismo, área em que atua há mais de dez anos. Em 2008, a estreia na televisão ocorreu quando passou a comandar um telejornal esportivo. Viajar sempre foi uma paixão, tornando-se parte do seu trabalho em 2009. A curiosidade pela Disney o inspira desde pequeno. Muito cedo, começou a frequentar os complexos de parques temáticos da empresa ao redor do mundo e, até hoje, os tem como destinos preferidos. Dentre os seis resorts, Walt Disney World e Disneyland são seus prediletos.

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