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Fantoches que serão usados em musical são apresentados

No próximo dia 21 de outubro, o aguardado “Winnie the Pooh: The New Musical Adaptation” irá estrear no “Theatre Row”, em Nova Iorque. Com músicas dos Irmãos Sherman e de A.A. Milne, autor das histórias originais, o espetáculo foi desenvolvido por Jonathan Rockefeller e vai contar com uma tecnologia inédita, que foi usada para desenvolver os fantoches que darão vida a Pooh e seus amigos. “Eu estou muito satisfeito de ter sido confiado para criar esse clássico para os palcos, para novas audiências, que poderão embarcar em uma aventura pelo Bosque dos Cem Acres. Essa será mesmo uma grande aventura”, disse Rockefeller, em entrevista ao site da “D23”, que também revelou as primeiras imagens das personagens.

“O material de Winnie the Pooh é, extremamente rico e, mesmo depois de mais de meio século, eu duvido que exista alguém que não tenha se emocionado ou sentido uma conexão pessoal com essas personagens”, continuou Rockefeller. “A pergunta que nos fizemos enquanto estávamos criando a adaptação foi como dar vida ao Pooh do desenho animado no palco. Queríamos uma forma nova, mas que prestasse homenagem à iconografia do clássico. A resposta foi fácil. Bem, conceitualmente, fácil, mas só em teoria. Nós precisávamos criar incríveis, brilhantes e fantásticos fantoches que fizessem todos acreditar que essas personagens são reais, e eu posso dizer que o público será cativado por elas, e sua imaginação vai voar alto quando as virem”, acrescentou.

“Winnie the Pooh” foi criado, em 1926, por A.A. Milne. Os livros contaram com ilustrações do inglês E.H. Shephard e venderam mais de 50 milhões de cópias. Em 1961, a Disney adquiriu os direitos para produzir um longa em animação, mas, em seguida, Walt Disney decidiu desenvolver pequenas histórias em vez de uma só. A primeira, “Winnie the Pooh and the Honey Tree” (1966), foi lançada ainda quando ele estava vivo. “Winnie the Pooh and the Blustery Day” ainda estava em produção quando Disney morreu, sendo lançada apenas em 1968. “Winnie the Pooh and Tigger Too” estreou, em 1977, na coletânea “The Many Adventures of Winnie the Pooh”, que inclui as três histórias.

Nos dois primeiros featurettes, Robert B. Sherman e Richard M. Sherman, conhecidos pelas músicas de “Mary Poppins”, trabalharam junto com Walt Disney na criação das canções. Também foram responsáveis por desenvolver outras para “Winnie the Pooh and a Day for Eeyore” (1983) e “The Tigger Movie” (2000). “Christopher Robin”, de 2018, contou com composições dos irmãos, cujo trabalho poderá ser apreciado no musical.

Ingressos para o espetáculo estão à venda através do site oficial do show ou na bilheteria do teatro, na Times Square, em Nova Iorque.

Sobre o autor

Patriolino Ribeiro Neto

Patriolino Ribeiro Neto

Patriolino Ribeiro Neto é formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Fortaleza. É também graduado em Jornalismo, área em que atua há mais de dez anos. Em 2008, a estreia na televisão ocorreu quando passou a comandar um telejornal esportivo. Viajar sempre foi uma paixão, tornando-se parte do seu trabalho em 2009. A curiosidade pela Disney o inspira desde pequeno. Muito cedo, começou a frequentar os complexos de parques temáticos da empresa ao redor do mundo e, até hoje, os tem como destinos preferidos. Dentre os seis resorts, Walt Disney World e Disneyland são seus prediletos.