A Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, é aquele refúgio perfeito pra quem quer escapar do caos urbano e pegar um pouco de ar puro. O que fazer em Paquetá inclui passeios por ruas sem carros, visitas a praias de águas calmas, explorar parques e conhecer construções históricas que revelam a cultura local.

Quem chega em Paquetá pode curtir um monte de atrações gratuitas. Dá pra caminhar pela Praça Pintor Pedro Bruno, espiar a Igreja do Senhor Bom Jesus do Monte e tirar um tempo no Parque dos Tamoios.
Explorar a ilha de 1,2 km² fica ainda mais gostoso de bicicleta ou carrinho elétrico. Não tem trânsito, é tudo sossegado e ecológico.
A vibe tranquila, uns lugares bons pra comer e hospedagem sem frescura fazem de Paquetá um destino certeiro pra uma escapada de um ou dois dias. Se você curte história ou natureza, não tem erro.
Como chegar e dicas para visitar Paquetá
Pra visitar Paquetá, o básico é saber como chegar, quando ir e como se virar por lá, já que carros estão fora de cogitação. O jeito mais tradicional de chegar é de barca, e dentro da ilha, o rolê é a pé, de bike ou até de charrete.
Barcas e trajetos a partir da Praça XV
A rota clássica começa na Praça XV, no Rio de Janeiro. A CCR Barcas faz esse trajeto pela Baía de Guanabara, com viagens regulares que duram mais ou menos uma hora.
O embarque geralmente é tranquilo, mas em feriados e fins de semana é bom comprar passagem antes pra não pegar fila. A bilheteria é fácil de achar e rola acesso por transporte público ou táxi.
Assim que a barca chega, você já desembarca no centro da ilha, pertinho da Praça Pintor Pedro Bruno. Dali, já dá pra começar o passeio.
Melhor época para visitar e dicas úteis
Dá pra ir a Paquetá em qualquer época, mas olha, o outono e o inverno são mais agradáveis, com menos chuva e clima mais fresco. No verão, o calor e as chuvas podem atrapalhar um pouco os planos de praia.
Levar protetor solar, chapéu e água é indispensável nos dias de sol. A ilha não tem tanta oferta de comércio, então separar um dinheiro vivo é uma boa, já que nem todo lugar aceita cartão.
Fique de olho nos horários das barcas, principalmente em feriados, porque eles mudam sem aviso. Não custa dar aquela conferida antes de sair de casa.
Como circular pela ilha: bicicleta, caminhada e charrete
Não tem carro em Paquetá, e isso já muda o clima do lugar. Pra conhecer os pontos turísticos, caminhar funciona super bem, já que tudo é relativamente perto.
Se preferir agilidade, tem aluguel de bicicleta logo que você chega. As ruas são tranquilas e pedalando dá pra explorar bastante coisa em pouco tempo.
Quer uma experiência mais diferente? As charretes puxadas por cavalos são um clássico da ilha e servem tanto pra passeios curtos quanto pra chegar em lugares mais afastados. Tem seu charme, vai.
O que fazer em Paquetá: principais atrações e experiências
Paquetá mistura praias calmas, história e cultura viva. Caminhar por praças cheias de histórias, relaxar nas praias e explorar espaços culturais faz parte do roteiro.
Sempre aparece alguma surpresa, seja numa ruazinha tranquila ou numa caminhada à beira-mar.
Praia da Moreninha e Pedra da Moreninha
A Praia da Moreninha é, sem dúvida, uma das mais conhecidas da ilha. O nome veio do romance “A Moreninha”, de Joaquim Manuel de Macedo, que se passa ali mesmo.
A praia é pequena, areia fina, água calma, perfeita pra quem quer só relaxar e esquecer da vida. No fim da praia, tem a Pedra da Moreninha, um mirante natural.
Dali, o visual é incrível pro mar e pro pôr do sol. É um lugar bem procurado por casais, e não julgo — o cenário é daqueles que pedem foto.
Dá pra ver outras ilhas e a Baía de Guanabara de lá, então se você curte paisagem, não deixe de passar por esse ponto.
Praças e pontos históricos: Pintor Pedro Bruno, São Roque e outros
As praças de Paquetá contam muito da história local. A Praça Pintor Pedro Bruno, perto da estação das barcas, tem um jardim bem cuidado e um busto do artista.
É um lugar gostoso pra sentar, dar uma pausa e observar o movimento. Tem também a Praça de São Roque, que abriga a Capela de São Roque, construída no século XVII.
Ali perto fica o Coreto Renato Antunes, palco de festas tradicionais da ilha. Próxima dali está a Praia de São Roque, super tranquila, sem prédios, ótima pra quem quer sossego.
Passeios pela orla e pôr do sol
Caminhar ou pedalar pela orla é quase obrigatório em Paquetá. Entre as praias, a José Bonifácio se destaca, cheia de bares, restaurantes e aluguel de pedalinhos.
É animada, boa pra passar o dia sem pressa. Tem ainda a Ponte da Saudade, parada certa pra quem quer ver o pôr do sol.
Dizem que tem uma lenda sobre João Saudade, mas o que importa mesmo é o visual, que é daqueles que acalmam qualquer um. Vale também conhecer a Pedra dos Namorados, famosa pelas histórias de amor e pelo desafio de jogar uma pedra no topo sem deixá-la cair no mar—vai tentar?
Passeios culturais e curiosidades locais
A Casa de Artes Paquetá é o centro cultural da ilha. Ela promove exposições, eventos e abriga o Centro de Memória, que preserva a história do bairro-ilha.
Outro local interessante é o Parque dos Tamoios, um espaço aberto com monumentos. Entre eles, há um dedicado ao músico Carlos Gomes.
Entre as curiosidades, o Baobá Maria Gorda chama atenção. Dizem que a árvore tem mais de 300 anos e, de quebra, atrai visitantes que acreditam em sua proteção.
O Cemitério dos Pássaros é único. Por lá, moradores enterram seus animais de estimação, o que soa meio inusitado, mas tem seu charme.
Vale também conhecer a Igreja do Senhor Bom Jesus do Monte. A fachada neogótica impressiona, e ela está aberta para visitação todos os dias—cheia de tradição, sem dúvida.
