Cinema

“Solo” fracassa na bilheteria e deixa perguntas no ar

US$ 172.697,257 milhões. Esse é o valor arrecadado, mundialmente, por “Solo: A Star Wars Story” até o dia 28 de maio, segundo dados do Box Office Mojo. Os números desapontam e revelam um fracasso na bilheteria dos primeiros dias de exibição do filme, cujas projeções iniciais miravam os US$ 300 mi em arrecadação para o fim de semana de estreia.

De acordo com o The Hollywood Reporter, o baixo desempenho do filme deverá fazer a Lucasfilm repensar não apenas o lançamento de outros spinoffs, como o de Lando Calrissian e o de Boba Fett, como também as estratégias de marketing utilizadas até aqui. 

Em comparação com “Rogue One”, “Solo” está cerca de US$ 50 milhões atrás. Enquanto o spinoff de 2016 alcançou a marca de US$ 155 mi, nos Estados Unidos, nos primeiros três dias, a produção recém-lançada só conseguiu cerca de US$ 103 mi. Estaria, portanto, a franquia revelando sinais de cansaço? Ou o erro foi a data de lançamento, apenas cinco meses depois de “Star Wars: The Last Jedi”? Há ainda quem diga que o filme vem sendo ofuscado pelo hit da Marvel, “Avengers: Infinity War”, principalmente, em países estrangeiros, onde, até agora, apenas US$ 69 milhões foram arrecadados por Han Solo.

Até o momento, a Disney não comentou o desempenho do novo filme e nem deverá fazê-lo, mas, certamente, nos bastidores, executivos da Lucasfilm estão se movimentando para alanvancar os resultados de futuras produções. Elenco, diretores e outros detalhes deverão ser revistos com o objetivo não apenas de resolver problemas numéricos, mas de não levar à fadiga uma franquia que é uma das mais importantes e rentáveis do planeta.

Sobre o autor

Patriolino Ribeiro Neto

Patriolino Ribeiro Neto é formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Fortaleza. É também graduado em Jornalismo, área em que atua há mais de dez anos. Em 2008, a estreia na televisão ocorreu quando passou a comandar um telejornal esportivo. Viajar sempre foi uma paixão, tornando-se parte do seu trabalho em 2009. A curiosidade pela Disney o inspira desde pequeno. Muito cedo, começou a frequentar os complexos de parques temáticos da empresa ao redor do mundo e, até hoje, os tem como destinos preferidos. Dentre os seis resorts, Walt Disney World e Disneyland são seus prediletos.